Tudo que se acabou de escrever são apenas noções gerais do que primordialmente compõe nossa Cosmovisão (em alemão “Weltanschauung”), ou seja, o complexo ideológico Nacional-Socialista. Não nos é permitido aprofundarmo-nos mais no assunto aqui, por questões de praticidade, razão pela qual recomendamos a leitura de nossas obras mais importantes e também o aprendizado pessoal junto a outros camaradas.
Concordar com essas linhas gerais é apenas um princípio. A concordância é para os simpatizantes, os aderentes. Para os Nacional-Socialistas de fé, os ativistas verdadeiros, admite-se apenas o profundo conhecimento, a ação e a militância. Não podemos chamar de “camaradas” a pessoas que não conheçam ao menos a idéia primigênia expressa na obra “Minha Luta” de Adolf Hitler, que é o livro básico do Nacional-Socialista. Mais do que ler a obra, é importante compreendê-la e aceitá-la como orientação de vida e princípio de atividade.
O que escrevemos é o suficiente para o leitor simpatizante chegar a uma nova questão: “se é isto o Nacional-Socialismo, quero ser um Nacional-Socialista?”. Muitos intimamente já o são, pois crêem nas mesmas coisas talvez se decepcionem em saber que nosso Ideal não se funda no ódio ou na violência ao diferente, senão no amor ao igual e em sua defesa; também não pretende a destruição, e sim a construção de um novo e melhor mundo para nossa espécie; não age por meio da opressão ao povo, mas por meio de lideranças natas; não desafia o ordenamento cósmico, muito ao contrário, respeita as leis da Natureza e as usa como veículo para a sobrevivência e perpetuação da espécie.
Neste ponto se distingue o verdadeiro camarada do falso. O verdadeiro vê o mundo conforme nossa Cosmovisão e age conforme nossos princípios, procurando sempre o bem comum da sua espécie. O falso é caricato e, apesar de se revestir de nossa simbologia e aparência, não possui a essência, a alma Nacional-Socialista. Existem muitas formas de ser um falso Nacional-Socialista, mas APENAS UMA forma de ser um verdadeiro camarada, qual seja, seguindo ortodoxamente nossos preceitos no quanto possam ser adaptados aos nossos tempos (pois, como a Natureza, o Nacional-Socialismo evolui e se adapta). Vamos exemplificar alguns casos de falsos Nacional-Socialistas, coletados pela experiência prática. Tratam-se de pessoas com comportamento imprestável para nossa Ideologia. Se o leitor acaso se sentir encaixado em algum desses exemplos, sugerimos que tente controlar seus maus ímpetos e melhorar sua conduta ou, se achar melhor, simplesmente se afaste da nossa comunidade.
1. Muitas pessoas dizem crer em nossas idéias mas não demonstram isto em seu comportamento diário. Parecem ter vergonha ou medo de se portarem como Nacional-Socialistas. Vergonha e covardia são incompatíveis com nosso Ideal. Uma pessoa não precisa declarar na rua: “sou um Nacional-Socialista”, nem precisa usar farda para identificação. Basta SER um Nacional-Socialista e AGIR como tal. Esses falsos “camaradas” pretendem manter o Nacional-Socialismo no reino intelectual, sem produzir efeitos no mundo material, sofrem da mesma degeneração artificialista que tanto condenamos. Dizem crer em uma coisa, mas agem de forma diversa. A idéia só tem serventia se é o princípio de uma ação.
2. Existem pessoas que se crêem mais conhecedoras das coisas do mundo do que os outros camaradas, até mesmo desprezando-os como se fossem reles “massa de manobra”. Isto apenas porque leram muitos livros ou conheceram outros camaradas importantes. Achando-se senhores da verdade, se auto-proclamam líderes e pretendem ditar os meios de atuação aos demais camaradas, dando uma falsa idéia de ação. Toda produção intelectual favorável ao Nacional-Socialismo deve ser apreciada, desde que provenha de ativistas verdadeiros e sinceros. Devem ser desprezadas as manifestações dos “nazistas-de-quarto”, ou seja, daqueles que são especialistas em teoria e nunca demonstraram a prática de nosso Ideário. Não passam de burocratas covardes que, através dos camaradas, pretendem atingir objetivos que não têm coragem de buscar por si próprios, enquanto mantêm, perante a sociedade, suas aparências de pessoas “normais” (ou liberais). O “espírito Nacional-Socialista” dessas pessoas nunca ultrapassa as fronteiras das suas próprias casas. Há também os “revolucionários-de-mesa-de-bar”, aqueles que, quando se encontram com os camaradas, no bar e em churrascos, sentam-se e discutem sobre tudo que envolve nossa Ideologia. Cada um tem a fórmula para todos os problemas do mundo. Ao se despedirem, cada um volta para sua vida e NADA fazem de concreto para que suas idéias surtam efeito no reino dos fatos. Em nossa Cosmovisão, a teoria não é nada, a ação é tudo.
3. Outras pessoas ostentam uma aparência de Nacional-Socialistas e, aos olhos dos camaradas, até mesmo agem como se o fossem. Porém, escondem na alma algum vício terrível que não querem manifestar perante os outros. Neste caso, a atu ação Nacional-Socialista é uma forma de compensação, de aliviar a consciência e pagar pelos “desvios” que cometem fora da comunidade. Temos exemplos de pessoas que se dizem Nacional-Socialistas, até mesmo escrevem livros e militam, mas que são homossexuais. Não poderia existir pior degeneração. A homossexualidade é um desvio irrecuperável e não pode ser perdoada. A “empolgação ideológica” de um homossexual nunca pode ser tida como sincera pois ele em si já contraria a própria essência de nossa Ideologia. Há também casos ridículos de camaradas que procuram passar uma imagem radical para os demais mas que, sob embalos injustificáveis (álcool, incentivo de “amigos”, etc.), são dados a relações sexuais com pessoas de raça diversa. Alegam que “não vão procriar, apenas se aproveitar”. Isto é abominável. O respeito à Raça deve ser algo intrínseco à própria alma do Nacional-Socialista. Devemos manter nossos corpos purificados, tanto quanto o espírito. Estes são exemplos claros de TRAIÇÃO.
4. Algumas pessoas têm algum conhecimento ideológico e ostentam a aparência, mas são pessimistas e egoístas. Não procuram compartilhar seus progressos com outros camaradas. Não transmitem seus conhecimentos para outras pessoas. Para esta espécie de gente, basta ser apenas ele um “nazi”, e não procura criar uma comunidade para a propagação do Ideal, porque realmente acredita que já perdemos esta guerra e que o mundo está definitivamente condenado. De nada adianta conhecer a verdade, se ela não pode ser revelada.
5. Certas pessoas têm algum conhecimento ideológico e ostentam a aparência, mas não têm o espírito de camaradagem e a coragem necessários. Se um camarada está com problemas, devemos ajudá-lo, assim como gostaríamos de ser ajudados nas horas difíceis. Permitir que um camarada passe por privações quando se tem meios de ajudá-lo demonstra falta de espírito de união e camaradagem, puro egoísmo e crueldade. Pode se dar ainda a falta de socorro a um camarada por escassez de coragem. Um camarada em apuros deve ser socorrido, nem que isto custe a própria vida. O espírito heróico do Nacional-Socialismo transmite a idéia de que a vida nada vale, se não for guiada pelos preceitos da Honra. Não nos serve um covarde vivo. A integridade física e a vida do outro sempre vale mais que as nossas próprias, desde que este outro seja um verdadeiro Nacional-Socialista. Ajudar outras pessoas que não sigam nossos objetivos e assumir as conseqüências do ato é uma opção consciente de cada um, mas é inconcebível abandonar um camarada quando ele mais precisa. As pessoas que assim agem são vulgarmente denominadas em nosso meio como “nazistas-de-vitrine”, ou seja, servem apenas para ver, não para usar. Melhor viver um dia como um leão, do que viver uma centena de anos como uma ovelha.
6. Coragem não é o mesmo que irresponsabilidade ou imprudência. Se a integridade física de duas pessoas pode ser resguardada, nenhuma é prescindível, portanto o camarada não precisa se sacrificar desnecessariamente. Como já dito, TODOS são igualmente importantes em nossa comunidade. É comum acontecerem casos onde camaradas, tentando mostrar-se destemidos e corajosos, acabam arranjando problemas para os outros. Se é possível evitar-se problemas, não há porque prosseguir numa conduta condenável. Se você se envolver em problemas e tiver ao seu lado um camarada sincero, tenha certeza de que está “comprando encrencas” para ambos, pois ele nunca o abandonará. Antes de cometer um ato irresponsável ou imprudente, pense em seus camaradas e nas conseqüências, pense se há verdadeira necessidade de agir desta ou daquela forma, ou se está imperando apenas a vontade do seu EGO ao invés da razão. Meter-se a herói, apenas quando a sobrevivência e a camaradagem justificam. Se você sabe que vai ter problemas, mas isto é necessário e ideologicamente justificável, todos o apoiarão. Melhor a morte que a desonra.
7. A violência só pela violência também não é indício de coragem. A violência é uma reação a um perigo real ou iminente. Alguns camaradas partem para a ultra-violência por desilusão e amargura contra o mundo. Lutam pela via correta e não vêem resultados, e isto propicia o acúmulo de mágoa e ódio. Em determinado momento, não enxergam mais a beleza de nosso Ideal, mas apenas os defeitos do mundo. Outros, porém, empregam a violência por pura crueldade, o que é o indício de uma psicopatia latente. Agem como “nazistas-de-filme” e servem para que nossos adversários justifiquem a condenação e repressão contra nosso Ideal. Apenas quando você ou algum camarada está para ser fisicamente atacado, a violência é necessária. Se a concentração ou movimentação de adversários presumidamente pode ameaçar seus principais valores, a violência chega a ser justificável.
8. Alguns são comodistas ao extremo. Quando se lhes lança uma oportunidade de agir em prol do Ideal, preferem encontrar os defeitos do projeto do que enaltecer as benesses. Esse tipo de gente está sempre colocando obstáculos entre si e o objetivo e essa dificuldade, na maioria das vezes psicológica, é a justificativa para sua acomodação. Nada nos é impossível. Os obstáculos, como disse nosso Líder, devem ser superados, não contornados. Que dizer daqueles que têm ócio até mesmo de contornar os obstáculos?... O ócio, a preguiça, a acomodação, são degenerações. Apenas o trabalho duro é o caminho do Ariano.
9. Desde os pequenos até os maiores erros devem ser observados pelos camaradas mais diligentes. Em grande parte das vezes, felizmente, um erro pode ser reparado satisfatoriamente. Ë da boa ética que o erro seja reparado ou compensado pela própria pessoa que o cometeu, da maneira que lhe seja possível, seja por espontânea vontade ou até mesmo por pressão dos demais camaradas. Um problema surge quando há entre nós pessoas que não assumem a culpa pelos seus erros, seja por medo de represálias ou para não perder a confiança dos demais camaradas. Não reconhecer o próprio erro é um sério problema ligado à honra de uma pessoa e não reparar o erro denota covardia perante os fatos. Até mesmo o melhor camarada às vezes erra, pois é apenas um ser humano, mas essa pessoa mostra sua dignidade ao assumir e reparar o erro. Pessoas que jogam sua culpa sobre os ombros dos outros, especialmente quando esses outros não estão presentes para se defenderem, não servem para o nosso Ideal. A mentira é inadmissível. Outros ainda preferem culpar a bebida pelos seus erros. Bom, os efeitos do álcool etílico são universalmente conhecidos e ninguém é obrigado a beber. Mas como já dito, se a pessoa erra, sob influência do álcool, “amigos” ou qualquer outra, mas reconhece e repara ou compensa seu erro, ocorre um mal menor. O problema, neste caso, é quando a justificativa pelo “álcool” se torna crônica, ou seja, a pessoa erra com constância, sempre atribuindo a culpa ao álcool. Este já é um problema relacionado à má conduta e merece ser repreendido pelos demais camaradas.
10. Há aqueles que misturam seus problemas pessoais com os problemas do grupo ou comunidade na qual milita. Ou seja, sua antipatia por algum outro camarada o leva a procurar sempre prejudicá-lo e, nesta guerra pessoal, quem sai sempre perdendo é o Ideal. Isto acontece freqüentemente devido a ciúmes envolvendo mulheres, mas também ocorre com freqüência a antipatia gratuita. É importante para os demais camaradas sempre se esforçarem para que boatos não se propaguem; uma boa forma de fazê-lo é, sempre que alguém fala do ausente, fazê-lo repetir suas afirmações quando a vítima de seus comentários estiver presente - e mais, sempre procurar a versão da vítima dos comentários, preferencialmente frente a quem realizou o comentário. Se alguém tem problemas pessoais com relação a outro camarada, isso deve ser resolvido fora do grupo de militância, ou seja, que encontrem qualquer meio de resolverem suas diferenças, sem intervenção dos camaradas e, dentro do grupo, que mantenham a ética, comportem-se como adultos e intercolaborem sempre que seja necessário. O Ideal deve estar sempre acima dos problemas pessoais. A dor pessoal desaparece perante a dor da Nação.
11. A mulher é parte importante em nosso Ideário e merece todo o nosso respeito, pois suas funções, ainda que diferentes, têm equivalente valor ao das funções masculinas dentro do Nacional- Socialismo. Por isso é pesaroso verificar que, ainda que existam grandes exemplos de atuação feminina no Nacional-Socialismo histórico, as mulheres constituem uma ínfima parcela de nosso movimento e parecem muito pouco preocupadas com nossa Cosmovisão. Atualmente a passagem de mulheres dentro de nosso movimento costuma ser efêmera e mero reflexo do ativismo de seus companheiros. É porque a mulher, para conquistar o afeto de algum de nossos camaradas, pretende lhe provar ser ela também uma Nacional-Socialista, procura se envolver com os assuntos apreciados pelo camarada e, no final das contas, acaba ela mesmo se convencendo de que é uma camarada - fará tudo que os ativistas fazem e, por vezes, pode até se apresentar mais radical do que muitos de nós. Se esse relacionamento conjugal perdurar, ela será sempre uma Nacional-Socialista; se naufragar, ela provavelmente abandonará nosso movimento e até mesmo as amizades que entre nós firmou. Estranhamente, parece ser da natureza da mulher seguir a Ideologia do companheiro, mas ao mesmo tempo, quando a “magia” do romance acaba, nada resta desse Ideal dentro da alma feminina. Talvez até ajam da mesma forma junto a outras ideologias. Triste constatar que a maioria das mulheres se afirma Nacional-Socialista apenas enquanto um sentimento a prende a alguém dessa Ideologia, de forma que nunca podemos nos empolgar demais com a militância feminina - salvo louváveis mas esparsos casos, que gostaríamos que fossem a regra, não a exceção.
12. Há o caso dos megalômanos, aqueles cuja vaidade supera os princípios do Ideal. Eles não procuram agir sem interesses próprios, mas para serem admirados, respeitados ou temidos no meio em que vivem. Desprezam pequenas missões e aumentam mentirosamente seus próprios feitos. A vaidade egocêntrica é um vício que deve ser extirpado. Um “camarada” que pretende se salientar dentro ou fora do grupo subindo em cima de outro camarada, não merece nossa consideração. É o exemplo de pessoas que tentam mostrar maior conhecimento ou coragem ridicularizando outros camaradas. Existem formas e formas de se ensinar ou incentivar - temos sempre que procurar a forma que denote maior respeito ao camarada, que é igual a nós. Alguns preferem não se esforçar e desprezam um trabalho pequeno. O orgulho vaidoso os obriga a procurar desafios maiores que suas capacidade reais. Ora, é sempre melhor fazer pouco do que não fazer nada, pois o ótimo é inimigo do bom. É melhor o resultado menor e bem aprimorado, do que o grande e cheio de defeitos, assim como vale mais uma pequena casa segura, do que um palácio construído sobre areia, prestes a desabar.
13. Outros ainda pretendem “modernizar” o Nacional-Socialismo, procurando criar uma imagem, um produto que possa ser “vendido” para a sociedade liberal. A aceitação de nosso Ideal nunca pode passar pelo desprezo a nossas características intrínsecas. Se renegamos alguns valores, o produto final não é mais o Nacional-Socialismo, senão algo diferente. Não existe o Nacional-Socialismo sem o conceito de racialismo, por exemplo, assim como exigimos de todos os ativistas os sentidos de socialismo, patriotismo e camaradagem. Isto ocorre bastante quando se mistura princípios do Nacional-Socialismo com as tendências da Nova Era (“New Age”). Estas tendências nada mais são do que uma tentativa de se dissolver todas as culturas, ideologias e religiões existentes num único caldeirão. Dá-se a aparência de haver espaço para todas as ideologias e religiões, mas na verdade não há espaço para nenhuma, pois ao serem aceitas pela Nova Era, essas tendências perdem suas características verdadeiras. Por isso, é importante não confundir Religiosidade e Mística, características do Nacional-Socialismo, com esoterismo ou ocultismo. Consideramos o secreto como algo proibido, que não tem coragem ou legitimidade para mostrar sua verdadeira cara perante todos. Nossos sentimentos se verificam claramente, em nossos atos, em nossa própria forma de viver.
Estes são alguns exemplos mais comuns de condutas ímprobas, entre vários outros que poderiam ser citados. Alguns vícios de comportamento são insanáveis, outros podem ser eliminados com o esforço pessoal do camarada que deles está acometido. Tudo depende apenas da própria pessoa e de sua força de vontade. O máximo que podemos fazer para ajudar é aconselhar, incentivar e dar exemplo. Porém, quando um “camarada”, por mais estimado que seja, oferece risco à unidade do grupo, o único caminho é repeli-lo de nosso meio.
sábado, 22 de maio de 2010
Linhas Gerais
A princípio, é importante perguntar-se qual é a base do complexo filosófico-ideológico que se convencionou chamar Nacional-Socialismo. Não nos prendamos, por ora, às personalidades ou fatos históricos, mas essencialmente à Idéia.
Existem valores que embasam filosoficamente as ideologias. Mesmo que sejam compostas por várias destas forças identificadas, sempre uma delas se salientará mais que as outras em uma dada ideologia. Esta base fundamental é o que se pode chamar de Mito, gravitando ao seu redor e dele dependendo várias outras componentes menores do complexo ideológico.
Hodiernamente, as forças mais em voga são poder e capital - ou seja, quem exerce o poder e como se distribui o capital dentro de uma comunidade ou sociedade. Por exemplo, o Capitalismo visa a acumulação patrimonial como forma de obtenção e manutenção do poder; já o Comunismo visa alcançar, através do poder ou da força, a acumulação material em nome do Estado, ou melhor, em benefício dos administradores deste. Em ambos os exemplos, estão ignorados os planos sociais, à exceção das previsões científicas e utópicas, que não se evidenciam na prática.
Outras ideologias políticas, com maior ou menor acerto, atribuem a base de sua idéia a conceitos como religião, pátria ou nação. Como já dito, a valoração de cada conceito é diversa em cada ideologia. Assim é que, por exemplo, no Fascismo italiano e igualmente no Franquismo espanhol, no Salazarismo português ou no Peronismo argentino, o valor principal é a Pátria, representada pelo poder estatal, ou seja, a organização política instalada sobre um determinado território, cujo desígnio é a distribuição da justiça social - neste caso, o Estado é o objetivo, não o meio. Os Integralistas brasileiros, assim como os Legionários romenos, desenvolveram a tese que enaltece além da Pátria a Religião, mais especificamente o Cristianismo de liturgia Católica, de onde se extraem os conceitos morais e o qual justifica o poder do Estado, sem prejuízo aos atributos próprios deste - neste caso, o Estado é o meio de exercício da moral religiosa e a Religião justifica a existência do Estado.
O Nacional-Socialismo alemão é fundamentado principalmente no conceito de leis naturais e proteção à Nação. Dadas as desvirtuações que se deram ao termo “nação” nos últimos tempos, melhor defini-lo conforme era compreendido até metade deste século.
A palavra Nação deriva do latim natione, que significa nascimento, raça ou espécie. É um conceito de caráter sociológico e não jurídico-político. No Nacional-Socialismo, significa o termo Nação um conjunto de pessoas oriundas de uma mesma espécie ou raça, como uma unidade bioespiritual, da qual derivariam costumes, tradições e religiões comuns, através do conceito que Carl Gustav Jung definiu como “inconsciente coletivo”. Atualmente, o termo “nação” mistura-se vulgarmente com “povo” ou “população”, ou seja, um grupo de pessoas sem quaisquer atributos específicos senão o de residir em um território política e geograficamente definido. Daí também o termo “nacionalismo” ser confundido erroneamente com “patriotismo”.
A Raça Branca, na Cosmovisão Nacional-Socialista, era atributo de todos os povos descendentes dos legendários Arianos, ou seja, das etnias de procedência indo-européia. Ariano nada mais traduz senão “nobre”, ou melhor, povo nobre - idéia presente no termo grego “aristocracia”, que significa governo dos nobres ou de uma elite, e também no sistema de castas hindu, cuja elite é designada aos Arianos (ainda que o termo hoje lá tenha mais significado religioso que biológico). Atribui-se à Nação Ariana toda a criatividade espiritual da velha Europa e Oriente Médio, bem como a influência sobre outras raças, ousando alguns autores indicarem pontos de atuação civilizatória Ariana até mesmo entre os nativos americanos.
Uma questão bastante criticada, em função das distorções da história, é a da pureza racial. Insiste-se na inexistência de raças puras no mundo, devido aos constantes fluxos migratórios dos povos, ao contato entre as nações, seja diplomaticamente ou por conquista, etc. São fatos históricos que não são e nem poderiam ser negados pelo Nacional-Socialismo, mas aos quais não se atribui o dogmatismo e a infalibilidade aos quais a visão modernista pretende obrigar.
A priori, o contato entre povos diferentes não obriga à mistura, as Nações podem viver próximas umas às outras sem cruzamento genético - como no caso de povos escravos e governantes ou do já mencionado sistema de castas.
Além disto, em nenhum momento o Nacional-Socialista ditou “o alemão é a única raça pura” ou alguma pretensão do gênero. Tanto que essa Ideologia atingiu e envolveu os Brancos de todas as subdivisões étnicas existentes, mediterrâneos, bálticos, alpinos, nórdicos, dináricos, etc. Também não se pretendia criar um mundo povoado por loiros altos de olhos azuis. Desta forma, seria ilógico que os principais dirigentes e ideólogos do Nacional-Socialismo, como o próprio Hitler, ou Goebbels, Himmler, Hess e outroc, tivessem cabelos escuros e alguns sequer tivessem olhos claros. Isto indica apenas que era exigido, para caracterizar o Branco ou Ariano, um quociente ou grau de pureza evidente e elevadamente predominante e que, segundo os conceitos Nacional-Socialistas, caracteres de pilosidade e íris claros indicavam uma proximidade maior ao Ideal Ariano, como exponente do grau de pureza. Em alguns casos, como para o ingresso nas tropas de elite das SS, era necessário demonstrar, através de árvore genealógica, grau de pureza maior do que, por exemplo, para simples filiação partidária ou mesmo para justificar a cidadania alemã. E o conceito da nobreza da Raça Ariana também nunca significou um desmerecimento às demais raças.
Criticou-se muito a nação judaica, pelos seus feitos históricos e pela degeneração que promovia na Europa e que ainda hoje promove no mundo, conforme planos preestabelecidos pelos seus “sábios”. Porém, o “racismo” alemão não impediu que se unissem à sua Causa anti-sionista as nações japonesa e árabe, por exemplo. Até mesmo negros como Jesse Owens, um dos campeões olímpicos de 1936, declararam admiração pelo povo alemão sob o regime Nacional-Socialista. É porque o conceito de diferença exposto no racismo positivo justamente valoriza as características idiossincráticas de cada raça. Os Nacional-Socialistas acreditam que o modo de vida Ariano é o mais elevado e melhor para os povos Indo-Europeus, renegando qualquer influência estranha. Da mesma forma, afirma que todas as raças devem se voltar para seus próprios povos, culturas e tradições, resistindo ao rebaixamento e à imposição de um modo de vida “ocidental” ou liberal. As raças podem colaborar entre si, mas nunca se misturar.
Apesar de solidamente ligada ao solo (um de seus lemas era Blut und Boden = Sangue e Solo) e infinitamente patriótica, a Ideologia Nacional-Socialista não afirma ser a Nação necessariamente dependente do território, podendo se estabelecer e se desenvolver em qualquer área geográfica, pouco significando as fronteiras politicamente estabelecidas desde que o território seja povoado por Arianos (como no caso da população étnica do “corredor polonês” em Danzig). Veja-se que a anexação de países e a constituição de protetorados foi uma prática jurídica comum durante a IIGM. Na época de seu auge histórico, nossa Ideologia também atingiu grupos da Nação Branca em todos os cantos do mundo, mesmo na África e na América do Sul, informando-se que existiam células NS na África do Sul, Uruguai, Argentina e mesmo no Brasil, em idos das décadas de 30 e 40. Atualmente, este alcance é praticamente global, podendo ser notado mesmo em regiões da Ásia ou do Oriente Médio, onde hajam comunidades ou até indivíduos Brancos isolados.
Uma vez definido o que seria Nação e atribuindo-se a ela desde então o poder da soberania ou auto-gerência, restava definir a forma como se organizaria essa gente e como seria exercido esse poder. O Socialismo, significando realmente a distribuição de justiça social, foi o meio encontrado. Importante não confundir o Socialismo europeu com o socialismo científico ou político de origem judaica, representado pelas ideologias provindas de Marx, Engels e outros, e que significa simplesmente fazer a tábula rasa, equalizar por baixo todos os indivíduos do povo e renegar caracteres importantíssimos como a individualidade, a personalidade, a família, etc.
A unidade da Nação se resume à Raça e à Justiça Social. O substrato do bem comum só pode ser a composição de alguns de seus caracteres mais elementares: o indivíduo são; a constituição e auxílio à família gerada dentro dos padrões nacionais; a conduta dentro dos padrões morais médios; a saúde pública - incluindo-se a preservação e aprimoramento da Raça; a laboriosidade e o direito ao trabalho como meio de sustento da família e comunidade; a organização política (hierarquia estatal); a justiça social - neste ponto importando mais a sociedade que o indivíduo; a defesa dos interesses nacionais nas relações exteriores e a defesa militar dos territórios nacionais. Todas as demais são elementares flutuantes, muito mais ligadas à individualidade e personalidade dos cidadãos do que à Ideologia.
Perceba-se que a organização Nacional-Socialista não criou uma religião oficial para o Estado, entendendo que esta era uma característica inerente à individualidade e não à Ideologia. Permite-se a livre confissão religiosa, desde que se respeite os limites favoráveis à Raça. A arte e a liberdade de expressão, igualmente, não podem ser nocivas à Raça, não se admitindo degenerações esquizofrênicas como o modernismo de Picasso e permitindo-se literatura de autores judeus ou ideologicamente adversários apenas para pesquisa científica. Não houve, como se diz, um banimento de autores não-NS no governo Nacional-Socialista, mas na verdade uma restrição - sendo que o próprio Hitler estudava religiões e filosofias estrangeiras. As mal afamadas fogueiras públicas para queima de artigos intelectuais degenerados eram manifestações populares, geralmente espontâneas e às vezes incentivadas pelo Ministério da Propaganda, mas não uma imposição estatal.
É bom lembrar que, para os Indo-Europeus, o fogo nunca significou uma destruição, mas uma purificação - talvez inconscientemente se pretendesse, pela queima das idéias degeneradas, purificar a alma alemã.
“Führerprinzip” - Importa ressaltar ainda o conceito de liderança hierárquica e respeito absoluto que se verificou durante o governo na Europa e é inerente ao Nacional-Socialismo.
O conceito hierárquico tem bases na própria Natureza, verificando-se entre todos os grupos de seres vivos mais desenvolvidos a predisposição natural de alguns elementos sobre os demais, seja pela sua força ou esperteza. É este indivíduo quem se responsabiliza pelos demais da sua espécie, pela preservação, manutenção, alimentação e defesa do grupo. Também a ele compete a propagação da espécie. Não somos animais, no entendimento de selvagens, mas não podemos negar a importância da nossa primordial instintividade face ao argumento da intelectualidade. A espécie humana é a única que permite a um elemento degenerado sobressair-se sobre os demais, liderar um grupo ou reproduzir. É porque essa intelectualidade egoísta despreza os conceitos originais da Natureza, ou seja, cria valores artificiais (morais) em detrimento dos valores naturais.
Os Nacional-Socialistas seguiram um Líder, Adolf Hitler, e respeitaram suas posições enquanto ele viveu e ainda hoje os focos Nacional-Socialistas seguem sua filosofia. Ele foi aclamado pela grande maioria da Nação germânica e um único atentado, perpetrado por traidores, foi cometido contra sua vida durante todo o seu governo, mesmo durante os anos da guerra. Então, não se pode responsabilizá-lo por todos os acontecimentos que envolveram a etnia germânica ou os partidários Nacional-Socialistas naqueles tempos, porque seguí-lo foi uma decisão espontânea da coletividade, que se submeteu à sua liderança através de eleições democráticas.
Os adversários do Nacional-Socialismo atribuem esta eleição ao desespero da Nação Alemã, que sofria pesadas sanções e crise após a Primeira Guerra Mundial; em parte é correto, mas é importante lembrar que quem submeteu o povo alemão a tais sanções foram os liberais sionistas agressores e os traidores, contra os quais o povo reagiu oportunamente (e são os mesmos sionistas que lançam estas teses adversárias hoje em dia). Fosse a vontade majoritária do povo da Alemanha, o Líder teria caído rapidamente e os alemães e outros povos não seriam voluntários em uma guerra suicida. Pelo contrário, pessoas de toda a Europa o seguiram fervorosamente, como numa legendária Cruzada.
Alguns dissidentes e traidores covardes do pós-guerra criaram tese mais fantástica, a de que o Líder Adolf Hitler exercia uma fascinação hipnótica sobre a massa, e que também foi utilizada pelos adversários para justificar a adoção, por milhões de pessoas, dessa Ideologia, ao ver deles, absurda. Ora, convenhamos que carisma não é o suficiente para justificar a atividade de milhões de indivíduos - a menos que este carisma coadunasse com os sentimentos mais íntimos e comuns de toda esta coletividade. E também não é justificativa válida para a existência de adeptos do Nacional-Socialismo nos dias atuais, sendo que não temos mais um “hipnotizador de massas” para nos conduzir.
Desta forma, é melhor o entendimento da responsabilidade coletiva e a clara e pacífica submissão da Nação aos princípios da hierarquia natural e do bem comum. A Nação seguiu Hitler porque ele representava uma resposta aos seus anseios, porque traduzia a possibilidade dos sonhos de soberania e honra de um povo, porque era cúmplice dos sentimentos da Nação. Hitler não era um “dono” da Nação ou um ditador; era apenas um homem à frente da multidão, era um “condutor” da Nação, na melhor tradução da palavra Führer. Hitler era um Líder natural, sua filosofia era (e é) capaz de definir os caminhos para o bem comum, que eram alegre e voluntariamente trilhados pela comunidade. Logicamente, haviam dissidências, mas estas eram repelidas pela massa homogênea. Haviam adversários, mas a Nação reagia exemplarmente contra eles e os punia pelos males que causassem ou se prevenia contra os transtornos que pudessem criar.
Todas as demais elementares desta Ideologia derivam do indigitado conceito de “inconsciente coletivo”, ou seja, uma orientação mais ou menos comum a todos os indivíduos de uma determinada espécie, em respeito às leis naturais. A moral Nacional-Socialista se embasa nos valores naturais e procura codificá-los.
Para distinguir bem o conceito moral natural do artificial, tomemos alguns transmutando-os para valores sociais.exemplos. A Natureza fez as espécies e os indivíduos desiguais, uns mais outros menos capazes, e o Nacional-Socialismo exalta esta desigualdade entre os desiguais e a igualdade dos iguais; os conceitos liberais modernos, porém, afirmam que todos são iguais e pretende que todos sejam tratados igualmente. A Natureza demonstrou, por exemplo, que o cruzamento entre parentes consangüíneos (incesto) gera indivíduos degenerados e a proibição a esse tipo vil de conjunção carnal se codificou num conceito moral, natural e universalmente aceito; mas os liberais modernos atribuem sua origem não às leis naturais de seleção, mas às convenções sociais ou religiosas.
A Natureza comprova que os homossexuais são inaptos à preservação da espécie, pois não se reproduzem e, portanto, seriam eliminados numa seleção natural, razão pela qual o Nacional-Socialismo repudia a homossexualidade; já os liberais modernos pretendem fazer crer que os homossexuais são seres iguais a todos nós e que têm seu espaço na sociedade. Percebe-se, assim, que existem conceitos morais que se fundam no natural e outros que se originam no artificial, ou seja, numa convenção intelectual distante da realidade natural.
A planta não se reproduz com luxúria, um animal não mata o outro por sadismo, o urso não hiberna por preguiça. Se você impede um gato de comer um rato, pode estar sendo “humano” com o rato, mas está sendo extremamente “desumano” com o gato, impedindo-o de cumprir as funções de seu ciclo natural. A Natureza não conhece a maldade; a maldade e o vício são criações existentes apenas no intelecto humano. O Nacional-Socialismo, fundando-se nas leis da Natureza, nunca pode ser mal, senão apenas JUSTO - que seja o que há de ser. Se nossos pontos de vista parecem cruéis para a moralidade liberal, pouco nos importa, pois não respondemos a valores artificiais, senão apenas à Vontade Suprema.
Existem valores que embasam filosoficamente as ideologias. Mesmo que sejam compostas por várias destas forças identificadas, sempre uma delas se salientará mais que as outras em uma dada ideologia. Esta base fundamental é o que se pode chamar de Mito, gravitando ao seu redor e dele dependendo várias outras componentes menores do complexo ideológico.
Hodiernamente, as forças mais em voga são poder e capital - ou seja, quem exerce o poder e como se distribui o capital dentro de uma comunidade ou sociedade. Por exemplo, o Capitalismo visa a acumulação patrimonial como forma de obtenção e manutenção do poder; já o Comunismo visa alcançar, através do poder ou da força, a acumulação material em nome do Estado, ou melhor, em benefício dos administradores deste. Em ambos os exemplos, estão ignorados os planos sociais, à exceção das previsões científicas e utópicas, que não se evidenciam na prática.
Outras ideologias políticas, com maior ou menor acerto, atribuem a base de sua idéia a conceitos como religião, pátria ou nação. Como já dito, a valoração de cada conceito é diversa em cada ideologia. Assim é que, por exemplo, no Fascismo italiano e igualmente no Franquismo espanhol, no Salazarismo português ou no Peronismo argentino, o valor principal é a Pátria, representada pelo poder estatal, ou seja, a organização política instalada sobre um determinado território, cujo desígnio é a distribuição da justiça social - neste caso, o Estado é o objetivo, não o meio. Os Integralistas brasileiros, assim como os Legionários romenos, desenvolveram a tese que enaltece além da Pátria a Religião, mais especificamente o Cristianismo de liturgia Católica, de onde se extraem os conceitos morais e o qual justifica o poder do Estado, sem prejuízo aos atributos próprios deste - neste caso, o Estado é o meio de exercício da moral religiosa e a Religião justifica a existência do Estado.
O Nacional-Socialismo alemão é fundamentado principalmente no conceito de leis naturais e proteção à Nação. Dadas as desvirtuações que se deram ao termo “nação” nos últimos tempos, melhor defini-lo conforme era compreendido até metade deste século.
A palavra Nação deriva do latim natione, que significa nascimento, raça ou espécie. É um conceito de caráter sociológico e não jurídico-político. No Nacional-Socialismo, significa o termo Nação um conjunto de pessoas oriundas de uma mesma espécie ou raça, como uma unidade bioespiritual, da qual derivariam costumes, tradições e religiões comuns, através do conceito que Carl Gustav Jung definiu como “inconsciente coletivo”. Atualmente, o termo “nação” mistura-se vulgarmente com “povo” ou “população”, ou seja, um grupo de pessoas sem quaisquer atributos específicos senão o de residir em um território política e geograficamente definido. Daí também o termo “nacionalismo” ser confundido erroneamente com “patriotismo”.
A Raça Branca, na Cosmovisão Nacional-Socialista, era atributo de todos os povos descendentes dos legendários Arianos, ou seja, das etnias de procedência indo-européia. Ariano nada mais traduz senão “nobre”, ou melhor, povo nobre - idéia presente no termo grego “aristocracia”, que significa governo dos nobres ou de uma elite, e também no sistema de castas hindu, cuja elite é designada aos Arianos (ainda que o termo hoje lá tenha mais significado religioso que biológico). Atribui-se à Nação Ariana toda a criatividade espiritual da velha Europa e Oriente Médio, bem como a influência sobre outras raças, ousando alguns autores indicarem pontos de atuação civilizatória Ariana até mesmo entre os nativos americanos.
Uma questão bastante criticada, em função das distorções da história, é a da pureza racial. Insiste-se na inexistência de raças puras no mundo, devido aos constantes fluxos migratórios dos povos, ao contato entre as nações, seja diplomaticamente ou por conquista, etc. São fatos históricos que não são e nem poderiam ser negados pelo Nacional-Socialismo, mas aos quais não se atribui o dogmatismo e a infalibilidade aos quais a visão modernista pretende obrigar.
A priori, o contato entre povos diferentes não obriga à mistura, as Nações podem viver próximas umas às outras sem cruzamento genético - como no caso de povos escravos e governantes ou do já mencionado sistema de castas.
Além disto, em nenhum momento o Nacional-Socialista ditou “o alemão é a única raça pura” ou alguma pretensão do gênero. Tanto que essa Ideologia atingiu e envolveu os Brancos de todas as subdivisões étnicas existentes, mediterrâneos, bálticos, alpinos, nórdicos, dináricos, etc. Também não se pretendia criar um mundo povoado por loiros altos de olhos azuis. Desta forma, seria ilógico que os principais dirigentes e ideólogos do Nacional-Socialismo, como o próprio Hitler, ou Goebbels, Himmler, Hess e outroc, tivessem cabelos escuros e alguns sequer tivessem olhos claros. Isto indica apenas que era exigido, para caracterizar o Branco ou Ariano, um quociente ou grau de pureza evidente e elevadamente predominante e que, segundo os conceitos Nacional-Socialistas, caracteres de pilosidade e íris claros indicavam uma proximidade maior ao Ideal Ariano, como exponente do grau de pureza. Em alguns casos, como para o ingresso nas tropas de elite das SS, era necessário demonstrar, através de árvore genealógica, grau de pureza maior do que, por exemplo, para simples filiação partidária ou mesmo para justificar a cidadania alemã. E o conceito da nobreza da Raça Ariana também nunca significou um desmerecimento às demais raças.
Criticou-se muito a nação judaica, pelos seus feitos históricos e pela degeneração que promovia na Europa e que ainda hoje promove no mundo, conforme planos preestabelecidos pelos seus “sábios”. Porém, o “racismo” alemão não impediu que se unissem à sua Causa anti-sionista as nações japonesa e árabe, por exemplo. Até mesmo negros como Jesse Owens, um dos campeões olímpicos de 1936, declararam admiração pelo povo alemão sob o regime Nacional-Socialista. É porque o conceito de diferença exposto no racismo positivo justamente valoriza as características idiossincráticas de cada raça. Os Nacional-Socialistas acreditam que o modo de vida Ariano é o mais elevado e melhor para os povos Indo-Europeus, renegando qualquer influência estranha. Da mesma forma, afirma que todas as raças devem se voltar para seus próprios povos, culturas e tradições, resistindo ao rebaixamento e à imposição de um modo de vida “ocidental” ou liberal. As raças podem colaborar entre si, mas nunca se misturar.
Apesar de solidamente ligada ao solo (um de seus lemas era Blut und Boden = Sangue e Solo) e infinitamente patriótica, a Ideologia Nacional-Socialista não afirma ser a Nação necessariamente dependente do território, podendo se estabelecer e se desenvolver em qualquer área geográfica, pouco significando as fronteiras politicamente estabelecidas desde que o território seja povoado por Arianos (como no caso da população étnica do “corredor polonês” em Danzig). Veja-se que a anexação de países e a constituição de protetorados foi uma prática jurídica comum durante a IIGM. Na época de seu auge histórico, nossa Ideologia também atingiu grupos da Nação Branca em todos os cantos do mundo, mesmo na África e na América do Sul, informando-se que existiam células NS na África do Sul, Uruguai, Argentina e mesmo no Brasil, em idos das décadas de 30 e 40. Atualmente, este alcance é praticamente global, podendo ser notado mesmo em regiões da Ásia ou do Oriente Médio, onde hajam comunidades ou até indivíduos Brancos isolados.
Uma vez definido o que seria Nação e atribuindo-se a ela desde então o poder da soberania ou auto-gerência, restava definir a forma como se organizaria essa gente e como seria exercido esse poder. O Socialismo, significando realmente a distribuição de justiça social, foi o meio encontrado. Importante não confundir o Socialismo europeu com o socialismo científico ou político de origem judaica, representado pelas ideologias provindas de Marx, Engels e outros, e que significa simplesmente fazer a tábula rasa, equalizar por baixo todos os indivíduos do povo e renegar caracteres importantíssimos como a individualidade, a personalidade, a família, etc.
A unidade da Nação se resume à Raça e à Justiça Social. O substrato do bem comum só pode ser a composição de alguns de seus caracteres mais elementares: o indivíduo são; a constituição e auxílio à família gerada dentro dos padrões nacionais; a conduta dentro dos padrões morais médios; a saúde pública - incluindo-se a preservação e aprimoramento da Raça; a laboriosidade e o direito ao trabalho como meio de sustento da família e comunidade; a organização política (hierarquia estatal); a justiça social - neste ponto importando mais a sociedade que o indivíduo; a defesa dos interesses nacionais nas relações exteriores e a defesa militar dos territórios nacionais. Todas as demais são elementares flutuantes, muito mais ligadas à individualidade e personalidade dos cidadãos do que à Ideologia.
Perceba-se que a organização Nacional-Socialista não criou uma religião oficial para o Estado, entendendo que esta era uma característica inerente à individualidade e não à Ideologia. Permite-se a livre confissão religiosa, desde que se respeite os limites favoráveis à Raça. A arte e a liberdade de expressão, igualmente, não podem ser nocivas à Raça, não se admitindo degenerações esquizofrênicas como o modernismo de Picasso e permitindo-se literatura de autores judeus ou ideologicamente adversários apenas para pesquisa científica. Não houve, como se diz, um banimento de autores não-NS no governo Nacional-Socialista, mas na verdade uma restrição - sendo que o próprio Hitler estudava religiões e filosofias estrangeiras. As mal afamadas fogueiras públicas para queima de artigos intelectuais degenerados eram manifestações populares, geralmente espontâneas e às vezes incentivadas pelo Ministério da Propaganda, mas não uma imposição estatal.
É bom lembrar que, para os Indo-Europeus, o fogo nunca significou uma destruição, mas uma purificação - talvez inconscientemente se pretendesse, pela queima das idéias degeneradas, purificar a alma alemã.
“Führerprinzip” - Importa ressaltar ainda o conceito de liderança hierárquica e respeito absoluto que se verificou durante o governo na Europa e é inerente ao Nacional-Socialismo.
O conceito hierárquico tem bases na própria Natureza, verificando-se entre todos os grupos de seres vivos mais desenvolvidos a predisposição natural de alguns elementos sobre os demais, seja pela sua força ou esperteza. É este indivíduo quem se responsabiliza pelos demais da sua espécie, pela preservação, manutenção, alimentação e defesa do grupo. Também a ele compete a propagação da espécie. Não somos animais, no entendimento de selvagens, mas não podemos negar a importância da nossa primordial instintividade face ao argumento da intelectualidade. A espécie humana é a única que permite a um elemento degenerado sobressair-se sobre os demais, liderar um grupo ou reproduzir. É porque essa intelectualidade egoísta despreza os conceitos originais da Natureza, ou seja, cria valores artificiais (morais) em detrimento dos valores naturais.
Os Nacional-Socialistas seguiram um Líder, Adolf Hitler, e respeitaram suas posições enquanto ele viveu e ainda hoje os focos Nacional-Socialistas seguem sua filosofia. Ele foi aclamado pela grande maioria da Nação germânica e um único atentado, perpetrado por traidores, foi cometido contra sua vida durante todo o seu governo, mesmo durante os anos da guerra. Então, não se pode responsabilizá-lo por todos os acontecimentos que envolveram a etnia germânica ou os partidários Nacional-Socialistas naqueles tempos, porque seguí-lo foi uma decisão espontânea da coletividade, que se submeteu à sua liderança através de eleições democráticas.
Os adversários do Nacional-Socialismo atribuem esta eleição ao desespero da Nação Alemã, que sofria pesadas sanções e crise após a Primeira Guerra Mundial; em parte é correto, mas é importante lembrar que quem submeteu o povo alemão a tais sanções foram os liberais sionistas agressores e os traidores, contra os quais o povo reagiu oportunamente (e são os mesmos sionistas que lançam estas teses adversárias hoje em dia). Fosse a vontade majoritária do povo da Alemanha, o Líder teria caído rapidamente e os alemães e outros povos não seriam voluntários em uma guerra suicida. Pelo contrário, pessoas de toda a Europa o seguiram fervorosamente, como numa legendária Cruzada.
Alguns dissidentes e traidores covardes do pós-guerra criaram tese mais fantástica, a de que o Líder Adolf Hitler exercia uma fascinação hipnótica sobre a massa, e que também foi utilizada pelos adversários para justificar a adoção, por milhões de pessoas, dessa Ideologia, ao ver deles, absurda. Ora, convenhamos que carisma não é o suficiente para justificar a atividade de milhões de indivíduos - a menos que este carisma coadunasse com os sentimentos mais íntimos e comuns de toda esta coletividade. E também não é justificativa válida para a existência de adeptos do Nacional-Socialismo nos dias atuais, sendo que não temos mais um “hipnotizador de massas” para nos conduzir.
Desta forma, é melhor o entendimento da responsabilidade coletiva e a clara e pacífica submissão da Nação aos princípios da hierarquia natural e do bem comum. A Nação seguiu Hitler porque ele representava uma resposta aos seus anseios, porque traduzia a possibilidade dos sonhos de soberania e honra de um povo, porque era cúmplice dos sentimentos da Nação. Hitler não era um “dono” da Nação ou um ditador; era apenas um homem à frente da multidão, era um “condutor” da Nação, na melhor tradução da palavra Führer. Hitler era um Líder natural, sua filosofia era (e é) capaz de definir os caminhos para o bem comum, que eram alegre e voluntariamente trilhados pela comunidade. Logicamente, haviam dissidências, mas estas eram repelidas pela massa homogênea. Haviam adversários, mas a Nação reagia exemplarmente contra eles e os punia pelos males que causassem ou se prevenia contra os transtornos que pudessem criar.
Todas as demais elementares desta Ideologia derivam do indigitado conceito de “inconsciente coletivo”, ou seja, uma orientação mais ou menos comum a todos os indivíduos de uma determinada espécie, em respeito às leis naturais. A moral Nacional-Socialista se embasa nos valores naturais e procura codificá-los.
Para distinguir bem o conceito moral natural do artificial, tomemos alguns transmutando-os para valores sociais.exemplos. A Natureza fez as espécies e os indivíduos desiguais, uns mais outros menos capazes, e o Nacional-Socialismo exalta esta desigualdade entre os desiguais e a igualdade dos iguais; os conceitos liberais modernos, porém, afirmam que todos são iguais e pretende que todos sejam tratados igualmente. A Natureza demonstrou, por exemplo, que o cruzamento entre parentes consangüíneos (incesto) gera indivíduos degenerados e a proibição a esse tipo vil de conjunção carnal se codificou num conceito moral, natural e universalmente aceito; mas os liberais modernos atribuem sua origem não às leis naturais de seleção, mas às convenções sociais ou religiosas.
A Natureza comprova que os homossexuais são inaptos à preservação da espécie, pois não se reproduzem e, portanto, seriam eliminados numa seleção natural, razão pela qual o Nacional-Socialismo repudia a homossexualidade; já os liberais modernos pretendem fazer crer que os homossexuais são seres iguais a todos nós e que têm seu espaço na sociedade. Percebe-se, assim, que existem conceitos morais que se fundam no natural e outros que se originam no artificial, ou seja, numa convenção intelectual distante da realidade natural.
A planta não se reproduz com luxúria, um animal não mata o outro por sadismo, o urso não hiberna por preguiça. Se você impede um gato de comer um rato, pode estar sendo “humano” com o rato, mas está sendo extremamente “desumano” com o gato, impedindo-o de cumprir as funções de seu ciclo natural. A Natureza não conhece a maldade; a maldade e o vício são criações existentes apenas no intelecto humano. O Nacional-Socialismo, fundando-se nas leis da Natureza, nunca pode ser mal, senão apenas JUSTO - que seja o que há de ser. Se nossos pontos de vista parecem cruéis para a moralidade liberal, pouco nos importa, pois não respondemos a valores artificiais, senão apenas à Vontade Suprema.
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Brigada NS + Capas
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1-Fé Hitlerista 2:37
2-Judeucracia 3:41
3-Imprensa 3:58
4-Peste Negra 3:15
5-Sabios de Siao 3:44
6-Revoluçao Branca 3:20
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11-Instrumental 2:25
Comando Blindado - Maldita raça
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1-vitória
2-imprensa sionista
3-pra você tanto faz
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9-sexta-feira
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Comando blindado - Marchando rumo a virótia
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01- Cada vez te odeio mais
02- Volta c.c.c.
03- Maldita raça
04- Imprensa sionista
05- Pra você tanto faz
06- Judeu bom é judeu morto
07- Nutrindo raiva, calsando a dor
08- Mais um skinhead!
09- Tatuagem
10- Luta nacional
11- Skinhead rock
Zurzir - Sangue, Glória e Raça
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1- Intro(Battle Voice) 02:34
2- Soldados de Odin 03:58
3- Lobo Branco 04:06
4- Reconquista 04:32
5- Ragnarok 03:48
6- Resistência 03:26
7- Valkirias 01:36
8- Stonehenge 03:25
9- Canção Da Aguia 04:14
10- Grandeza Racial 05:42
Total playing time 37:2
Stuka - Revolurock88
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1-Kipás irao pro ar
2-Rejeite,Despreze e Destrua
3-Uma raça,Um Reich,Um Führer
4-Nao acredite no ZOG
5-White Power,White Honour
6-Terra Matter
7-Voz de Sao Paulo
8-Corvos de Odin
9-Mohhamerda
10-Rudolf Hess
11-Fanaticos
12-4th Reich Fighting Men
13-Lixo Pc
14-Guerra Racial
15-Dresde 45
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